Entretanto, Wilson perdeu boa parte da formação
futebolística de seu filho. No modesto Envigado, onde até hoje as
secretárias usam máquinas de datilografia para bater as fichas dos novos
candidatos a craque, James impressionou a comissão técnica pela
determinação em melhorar como jogador, mesmo sendo visto como uma grande
promessa desde o início.
- Se num treino era preciso
dar 10 voltas no campo, ele queria dar 12, 13 voltas. Ele ficava com
raiva quando perdia as partidas, queria mudar isso, fazer coisas
diferentes. Fico muito feliz ao vê-lo fazendo gols de cabeça e de perna
direita na Copa do Mundo, porque tive a oportunidade de trabalhar isso
com ele. O próprio James pedia para fazer trabalhos específicos para
melhorar a perna direita e o cabeceio - lembrou Omar Suárez.
Nenhum comentário:
Postar um comentário