Logo, James se converteu numa das estrelas da base do
Envigado. Os meninos disputavam a amizade do camisa 10, e os rivais
tentavam explorar seu lado mais estourado, caçando-o em campo. Fora, a
motivação para melhorar era gastronômica: sua recompensa por bons
treinamentos era uma "bandeja paisa", prato típico da Colômbia, que leva
feijão, arroz, carne moída, torresmo, ovo frito, entre outras coisas.
Aos
poucos, o garoto foi amadurecendo e, com isso, galgou degraus ainda
maiores na carreira. Com apenas 15 anos, James estreou na equipe
profissional do Envigado, algo que não é novidade na Colômbia - o
atacante Falcao García, por exemplo, disputou sua primeira partida com
13 anos. A filosofia do Envigado explica um pouco a precocidade de
Rodríguez: neste pequeno clube, que também revelou nomes como Guarín,
Quintero, Giovanni Moreno e Molina, a ordem é vender jogadores o mais
rápido possível.
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Não tínhamos preocupação com a idade de James. Aqui, na base do
Envigado, sempre damos muito apoio aos meninos considerados especiais.
Os diretores davam muita atenção a eles. Somos um clube que revelou
muitos jogadores que atingiram nível mundial - garantiu Suárez.
James
Rodríguez é o maior exemplo disso. Com apenas 17 anos, foi vendido ao
Banfield, da Argentina. Dali, foi para o Porto e, desde agosto do ano
passado, defende as cores do Monaco, que o comprou por € 45 milhões
(cerca de R$ 136 milhões). Na seleção colombiana, assumiu o posto de
principal craque após o corte de Falcao, e até agora não decepcionou.
“James ou Neymar? James, é claro”
Os
gols e as grandes atuações de James na Copa tornaram o jovem uma
estrela ainda maior do que era na Colômbia. Quando questionado sobre
quem escolheria para seu time, entre Rodríg
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